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A possibilidade de realizar ou não cultos religiosos durante a pandemia do novo coronavírus ainda vem sendo questionada por alguns líderes religiosos.

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No Mato Grosso, por exemplo, uma igreja entrou com uma ação junto ao Supremo Tribunal Federal para solicitar a autorização de fazer seus cultos.

Se trata da Assembleia de Deus Madureira em Rondonópolis, localizada na região Sudeste do estado, a 210 km da capital Cuiabá, segundo o JM Notícia.

A denominação alegou que os estados não possuem competência para decretar o isolamento social/quarentena, mas apenas o Governo Federal, ideia essa compartilhada recentemente pelo desembargador Ivan Ricardo Garisio Sartori, aposentado em 2019 após atuar no Tribunal de Justiça de São Paulo.

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Para Sartori, o isolamento social só pode ser decretado através do Estado de Sítio ou de Defesa, e apenas o presidente da República possui o poder de determinar tais decretos. Assim, ele gravou um vídeo para criticar o que chamou de “ditadura” no país.

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Essa foi a mesma linha de argumentação da Assembleia de Deus Madureira, que destacou o “direito líquido e certo da AUTORA que é uma entidade constituída para ministrar cultos”.

A denominação também citou a Lei nº 13.979/2020, a qual autoriza o Presidente da República a dispor sobre os serviços públicos e atividades essenciais, o que fora concretizado no Decreto nº 10.282/2020.

A ministra Rosa Weber, no entanto, negou o pedido da igreja na última quinta-feira (16), alegando que o colegiado do Supremo já havia decidido que estados e municípios possuem relativa autonomia para decidir, por conta própria, políticas de isolamento social.

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A decisão do STF ocorreu na quarta-feira (15) e também foi alvo de críticas do presidente da República, Jair Bolsonaro, durante uma conversa com populares na saída do Palácio do Alvorada esta semana.

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“Quem reabre o Brasil não sou eu, é governador e prefeito. Eu não tenho poder nenhum”, disse Bolsonaro em tom de ironia. “O Supremo decidiu, ué, quer que eu faça o quê? O Supremo decidiu: quem fecha ou abre é governador e prefeito”, completou o presidente, segundo a Tribuna de Brasília.

Fonte: noticias.gospelmais.com.br/ministra-stf-nega-pedido-igreja-proibicao-cultos-133698.html

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