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A situação da Igreja Universal do Reino de Deus em Angola se complicou mais um pouco depois de uma decisão da Justiça do país, que determinou o encerramento das atividades de todos os templos da instituição.

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Nos últimos meses, após um movimento rebelde entre pastores da instituição eclodir e culminar inclusive em episódios de violência, com líderes locais leais à direção da Igreja Universal no Brasil sendo agredidos fisicamente, a situação da instituição fundada pelo bispo Edir Macedo se tornou assunto internacional.

O cerne da questão veio à tona com acusações, por parte dos pastores rebeldes, de que os líderes brasileiros agiam de forma racista, impondo cirurgias de vasectomia e praticando crimes de evasão fiscal.

Conforme informações do portal português Jornal de Notícias, a Justiça de Angola determinou o fechamento e apreensão de todos os templos da Universal no país. O cumprimento da decisão está sendo feito “de forma gradual”, afirmou uma fonte na Polícia, responsável por cumprir os mandados.

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“Por despacho do Ministério Público, todos os templos da IURD em território nacional estão apreendidos e encerrados, só que o processo de selagem está a ser feito de forma gradual”, indicou a fonte. Apenas na capital do país, Luana, são 211 templos. “Por conseguinte, enquanto decorre o processo não podem realizar cultos”, acrescentou, sublinhando que “para que não se criem mais dúvidas a respeito, as partes serão notificadas nos próximos dias, para aclarar a situação”.

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Em posicionamento oficial, a direção da Igreja Universal em Angola afirmou ter sido pega de “surpresa” com a decisão, classificando-a de “desproporcionada e excessiva”. A instituição alega que houve truculência por parte dos policiais durante operação que interditou templos, “cerceando os membros e fiéis que, na ocasião, estavam exercendo seu direito de liberdade de culto”.

De acordo com a Universal, os policiais não possuíam mandado judicial para a operação, já que não havia informação de que os templos tivessem sido “arrestados ou lacrados pela Procuradoria-Geral da República (PGR)”.

A Igreja Universal acrescentou ainda que os policiais alegaram “que havia uma ‘orientação’ de que os templos da Universal não deveriam estar abertos” e, por isso, os templos em questão estariam “em desobediência”.

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Fonte: noticias.gospelmais.com.br/justica-angola-fechamento-templos-universal-139728.html

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