Quarentena: 'Vou trabalhar até Jesus vir ou me prenderem', diz barbeiro
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Um barbeiro do estado do Michigan decidiu marcar sua posição contra a imposição de quarentena simplesmente escolhendo abrir seu estabelecimento. “Estarei aberto até que Jesus entre ou até que eles me prendam”, disse o dono da barbearia.

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Karl Manke lembra que os Estados Unidos conquistaram sua independência da tirania séculos atrás, e esse mesmo espírito está vivo hoje no país contra as determinações dos governadores, que têm se valido de um certo autoritarismo nas medidas de contenção da pandemia de Covid-19.

A barbearia de Karl Manke em Owosso, Michigan, está em atividade desde 1961, mas ficou fechada por um curto período de tempo, desde que a governadora Gretchen Whitmer emitiu uma ordem executiva em 23 de março que proibia a circulação para ajudar a impedir a propagação do coronavírus.

Embora originalmente fosse uma medida temporária, a governadora do Partido Democrata estendeu a ordem até 28 de maio, com algumas exceções, segundo informações do portal Detroit Free Press.

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Gretchen Whitmer enfrentou reação, que incluiu manifestantes armados na capital do estado, além de críticas do líder da maioria no Senado, Mike Shirkey, que a chamou de “bêbada” pelo poder.

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Mais recentemente, a Câmara e o Senado entraram com uma ação alegando que a governadora estendeu ilegalmente as ordens executivas sem a aprovação da legislatura estadual. “Tentamos fazer parceria com nossa governadora, mas ela rejeitou”, tuitou o presidente da Câmara dos Deputados de Michigan, Lee Chatfield.

“Oferecemos cooperação, mas ela escolheu o tribunal. Isso era evitável, mas hoje ajuizamos uma ação em nosso estado para contestar suas ações inconstitucionais. A lei em Michigan é clara e ninguém está acima dela”, acrescentou Chatfield.

Um grupo de igrejas de Michigan também havia aberto uma ação alegando que a ordem da governadora de impedir o culto era inconstitucional. Com a repercussão, Gretchen fez uma emenda à ordem e isentou os locais de culto dos fechamentos, levando o grupo de igrejas a retirar a denúncia.

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Enquanto isso, o barbeiro Karl Manke assistia às idas e vindas da governadora e não se convenceu de seus argumentos, o que o levou a simplesmente decidir fazer o melhor para ele e seus negócios.

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“Não preciso que a governadora seja minha mãe”, disse Manke sobre sua decisão de reabrir a barbearia no dia 4 de maio contra as ordens da mandatária. “Eu posso me cuidar e administrar meu próprio negócio da maneira que sinto que preciso administrar”, disse ele ao MLive.

Manke inicialmente cumpriu as ordens, mas como a governadora continuou adiando a data de reabertura, o impacto financeiro se tornou demais para o barbeiro de 77 anos: “Quando se tornou o dia 28 de maio, me matou. Eu simplesmente caí de joelhos. Caí no colapso. Eu simplesmente não conseguia. Não posso ficar sem renda por todo esse período de tempo”.

Embora tivesse medo das consequências, Manke sentiu que tinha que abrir sua loja, e a polícia o notificou com duas citações pelas quais ele deve comparecer ao tribunal no próximo mês. Um representante do escritório do procurador-geral do estado adiou a aplicação da lei, mas declarou que estava “confiante de que essas agências usarão sua discrição e autoridade de maneira apropriada na execução das ordens da governadora”.

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Por sua parte, Manke ficou frustrado com o fato de os empresários estarem sendo usados como “peões”, pois eles devem esperar até que o coronavírus desapareça. “Isso pode ser quando Jesus vier. É algo que estará conosco por um tempo”, opinou.

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O barbeiro tem o apoio de sua família e das pessoas que se sentam em sua cadeira pela simplicidade de fazer a barba e cortar o cabelo de um profissional que está tomando as devidas medidas de segurança. “Eu não sou um escarnecedor. Não quero parecer que sou um rebelde infrator da lei. [Reabrir] foi algo que eu tive que fazer”.

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Fonte: xn--flashdenotcias-9lb.com.br/destaques/quarentena-vou-trabalhar-ate-jesus-vir-ou-me-prenderem-diz-barbeiro-correio-df

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