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A perseguição religiosa aos cristãos não ocorre apenas de modo extremado, usando a violência física e a privação de direitos fundamentais como acontece em países controlados pelo regime comunista, mas também de forma sistêmica e sutil através de políticas promovidas, por exemplo, pela Organização das Nações Unidas – ONU.

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É o que pode ser interpretado de um relatório publicado pelo “especialista” da ONU Ahmed Shaheed, onde ele defende a prática do aborto e a ideologia de gênero como direitos fundamentais do ser humano.

“Mulheres e pessoas LGBT+ sofrem discriminação e violência infligida em nome da religião por atores estatais e não estatais, o que impede sua capacidade de usufruir plenamente de seus direitos humanos, incluindo o direito à liberdade de religião ou crença”, diz Shaheed no relatório.

Shaheed teria como função, na ONU, defender a liberdade religiosa na organização, mas ao dizer que a prática do aborto e questões relativas à ideologia de gênero se equiparam aos direitos humanos fundamentais, ele ignora o fato de que os cristãos, por exemplo, condenam essa agenda.

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Segundo Emile Kao, que defende a liberdade religiosa, incluir a prática do aborto e à agenda de gênero na categoria de direitos humanos fundamentais significa uma ameaça direta aos cristãos, visto que através disso medidas punitivas poderiam ser implementadas em vários países.

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“Parece que a ONU está disposta a atropelar os direitos dos vulneráveis ​​e minar a credibilidade dos direitos humanos universais para promover os valores de um pequeno número de países ricos”, disse ela em um artigo no Washington Times.

Com tantas mazelas explicitamente gritantes que assolam o mundo, como a violência contra as mulheres em regimes religiosos autoritários e o tráfico sexual de crianças e adolescentes, promover essa agenda seria uma prova do viés ideológico da ONU, sugere a ativista.

“Ao focar na promoção do aborto e dos direitos LGBTQ, o relatório da ONU afasta o foco de questões sérias e prementes que mulheres e meninas enfrentam em todo o mundo”, conclui Emile

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Fonte: noticias.gospelmais.com.br/relatorio-onu-aborto-ideologia-genero-ameaca-cristaos-133987.html

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